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CURIOSIDADES 1. DEUS EXISTE; 2. ORAÇÃO DE UM
CÃO ABANDONADO; 3. TRIBUTO A UM
CÃO; 4. A PONTE DO
ARCO IRIS; 5. O HOMEM E O
CACHORRO; 6. A LENDA DO
MONGE E DO ESCORPIÃO; 7. A ÁGUIA; 8. O CACHORRINHO
DEFICIENTE; 9. O LENHADOR E A RAPOSA.
Como
diria Willian Sheakspeare, “há mais coisas entre o
céu e a terra do que possa imaginar a nossa vã filosofia”. Essa
história é real, e, indubitavelmente, é uma das mais impressionantes que tive
oportunidade de vivenciar. Tudo
começou em 1983. Na época, eu era Juiz Substituto na cidade de Ribeirão
Preto. Havia
um outro Juiz, cujo nome não fui autorizado a
divulgar, que trabalhava comigo na mesma cidade. Vou chamá-lo aqui de
Augusto, para facilitar a narrativa. Além
de Ribeirão Preto, trabalhávamos em várias outras cidades da região. Uma
tarde, Augusto vinha da cidade de
Cravinhos, em direção a Ribeirão, quando, ao passar por uma estrada vicinal
que dá acesso à rodovia Anhanguera, viu um cão deitado no meio da estrada. O
cão parecia estar morto, mas, ao desviar e olhar pelo retrovisor, Augusto
percebeu que o cão se movia. A
princípio, pensou em continuar a viagem, afinal já naquela época era perigoso
parar em qualquer estrada. No entanto, Augusto não teve coragem de abandonar
o cão, parou o veículo no acostamento, e retornou vagarosamente de marcha à
ré. O
cãozinho estava muito ferido, quase agonizando, parecia que nenhuma parte do
corpo havia escapado ao atropelamento. Chegando
em Ribeirão, procurou imediatamente um veterinário.
O primeiro que encontrou. Entrou
com o cãozinho no colo no interior daquela clínica e pediu desesperadamente
para que a atendente chamasse o veterinário, pois o cachorrinho estava
praticamente morto. O
veterinário, escutando a voz aflita de Augusto, entrou na sala de espera e
pediu que este entrasse com o cão no interior do consultório. No
exame superficial o veterinário já movimentou a cabeça e disse: “acho que o
melhor é sacrificar o animal. Ele deve estar com hemorragia. Está muito
machucado”. Augusto
disse ao veterinário que procurasse salvar o cão. Identificou-se como Juiz e
disse que não importava o quanto custasse, mas queria fazer tudo por aquele
cãozinho vira-latas. O
veterinário, então, passou a tirar radiografias, e percebeu que o cão
apresentava várias fraturas, mas, felizmente, não constatou hemorragia
interna. Após
ter realizado todos os procedimentos possíveis, o veterinário disse a Augusto
que, dali pra frente, entregava o cão nas mãos de Deus, pois tudo o que podia
ser feito ele já o fizera. O
cãozinho ficou internado na clínica e, após alguns dias críticos, começou a
apresentar melhora. Aos poucos foi se recuperando, e, quando já não corria
mais risco de vida, recebeu alta. Augusto
não podia ficar com o cão. Morava sozinho em apartamento. Não tinha como
cuidar do cachorro. Pediu, então, ao veterinário, que arrumasse alguém para
ficar com ele. No
dia seguinte, Augusto recebeu um telefonema do veterinário, informando-lhe
que havia uma pessoa interessada em ficar com o cão. Augusto,
no entanto, pediu desculpas ao veterinário e disse que resolvera ficar com o
cão. Ele não sabia o porquê, mas não teve coragem de entregá-lo ao terceiro
interessado. Augusto
o levou para casa. O Juiz era solteiro, e não tinha como deixar sozinho o
cão. No entanto, contratou uma pessoa para ficar em casa. Uma empregada que
além de cuidar da casa, ficava cuidando do cão até a chegada de Augusto do
Fórum. O
tempo foi passando, e o cão, batizado de “Amigão” - pois Augusto se recordou
que o chamara assim durante o socorro - passou a ser o companheiro daquele
solitário Magistrado, que apenas vivia às voltas com centenas de processos. Com
o passar dos meses, “Amigão” se recuperou totalmente. Ficou apenas um pouco
manco de uma das penas, mas aquela seqüela praticamente não limitava sua
movimentação. Augusto
foi embora para uma outra Comarca próxima à cidade
de São Paulo, levando “Amigão” para morar com ele na casa de seus pais. Algum
tempo depois, Augusto passou a namorar uma bela moça, Advogada, com a qual se
casou um ano depois. Como
a casa dos pais de Augusto era muito grande, ele acabou continuando a morar
ali com sua esposa, e, obviamente, seu companheiro inseparável, “Amigão”. Mais
ou menos uns seis meses depois, Augusto ficou sabendo que ia ser papai. Foi muita
alegria para o casal. Interessante que “Amigão” parecia saber o
que estava acontecendo, pois, inexplicavelmente, ficou eufórico durante toda
a gestação da esposa de Augusto. Nove
meses se passaram e Augusto tornou-se pai de uma criança muito sadia, que
recebeu o nome de Tiago. “ Amigão”,
por sua vez, adotou a criança. Ele simplesmente a adorava. No entanto,
“Amigão” não deixava de repartir sua atenção com Augusto, aquele ao qual
realmente reconhecia como dono. A
família vivia muito bem, e, quando se aproximou a data do segundo aniversário
de Tiago, resolveram fazer uma festinha para ele na própria casa que, aliás,
era enorme. A festa do primeiro aniversário ocorrera num salão alugado. Na
residência havia uma grande piscina, construída no extenso quintal. Todos
estavam conversando, comendo os petiscos e doces servidos quando,
repentinamente, “Amigão” surgiu na sala latindo desesperadamente, ao mesmo tempo que tentava puxar Augusto na direção do
quintal. Augusto
nunca vira “Amigão” daquele jeito, e resolveu segui-lo. “ Amigão”
correu em direção à piscina, sendo seguido de perto por Augusto. Ao
chegar na beira da piscina, Augusto viu uma criança
se batendo em seu interior. Imediatamente pulou na piscina, e, percebeu que
se tratava de seu filho Tiago, que já estava praticamente desmaiado. A babá
havia descuidado, e o menino caíra na piscina. Augusto
retirou a criança da piscina passando a efetuar respiração boca a boca. Aos
poucos Tiago foi recuperando a consciência. Levado para o hospital, Tiago foi
medicado e liberado, são e salvo. Não
é difícil entender os desígnios de Deus. Tiago,
filho de Augusto, foi salvo por “Amigão”, aquele cãozinho que, alguns anos
antes, fora salvo por Augusto. JOSÉ RUY BORGES PEREIRA 2. ORAÇÃO DE UM CÃO ABANDONADO "Sabe
Senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei,
ele não tinha esse hábito, mas vim feliz. Aqui chegando, deu as costas,
entrou no carro, e nem disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que
fazer - ainda tentei seguí-lo e quase fui
atropelado. O que teria feito de tão mau? À noite, quando ele chegava, eu
abanava o rabo, feliz, mesmo que ele nunca viesse me ver no quintal. Às vezes
eu latia, mas havia estranhos no portão, e não poderia deixá-los entrar sem
avisar meu dono. Quem sabe foi a mando de minha dona, por eu estar lhe dando
trabalho. Não foram as crianças: elas me adoravam, e creio que nem sabem o
que aconteceu - devem ter-lhes dito que eu fugi. Como sinto saudades!
Puxavam-me a cauda, às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos
novamente. Estou faminto, só bebo água sua, meus pelos caíram quase todos. Nossa, como estou magro! Sabe, Pai, aqui neste canto que
arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado. Creio que
hoje vou me encontrar aí contigo, no céu. Meu sofrimento vai terminar, e,
mesmo em espírito, vou ter permissão para ver as crianças. Peço-vos, então,
não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos. Mande-lhes pessoas que deles
tenham compaixão. Como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na
terra do homem. Amenize-lhes o frio, igual ao que agora eu sinto, com o calor
de atos de pessoas abençoadas. Diminua-lhes a fome, tal qual a que sinto, com
o alimento do amor que me foi negado. Mate-lhes a sede com a água pura de
seus ensinamentos, transmitidos ao homem, elimine a dor das doenças,
extirpando a ignorância da terra. Tire o sofrimento dos que estão sendo
sacrificados em rituais, em laboratórios e tudo mais, tirando dos humanos o
gosto pelo sangue. Ampare as cachorrinhas prenhas que verão suas crias
morrerem de fome, frio e pestes, sem nada poderem fazer. Abrande a tristeza
dos que, como eu, abandonados - entre todos os males, o que mais doeu foi
esse. Receba, Pai, nesta noite gélida a minha alma,
pois não será mais meu sofrimento, mas dos que ficarem, e por eles vos peço.
Amém...
3. TRIBUTO A UM CÃO "...
O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele
que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade, é o cão".
"Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na
pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos
invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao
lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele
lamberá as feridas e as dores que aparecerem nos encontros com a violência do
mundo. Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe. Quando
todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece
e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o sol na sua
jornada através do exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o
privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar
contra seus inimigos. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em
seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os
amigos sigam seu caminho: lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre
cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas
em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte". *Este
tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador George G. Vest
(então advogado), que representou o proprietário de um cão morto a tiros,
propositalmente, pelo vizinho. O fato ocorreu há um
século na cidade de Warrensburg, Missouri, nos
Estados Unidos da América. O senador ganhou o caso e hoje existe uma estátua
na cidade e seu discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça que
ainda existe na cidade. Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/alem_do_horizonte.htm 4. A PONTE DO ARCO IRIS De um
lado do paraíso existe um lugar chamado Ponte do Arco-Íris. Quando um animal
morre, aqueles que foram especialmente queridos por alguém,
vai para a Ponte do Arco-Íris. Lá existem campos e colinas para todos
os nossos amigos especiais, pois assim eles podem correr e brincar juntos. Lá
existe abundância de comida, água, e raios de sol, e nossos amigos estão
sempre aquecidos e confortáveis. Todos os animais que já ficaram doentes e
velhinhos estão renovados com saúde e vigor; aqueles que foram machucados ou
mutilados estão perfeitos e fortes novamente, exatamente como nós nos
lembramos deles nos nossos sonhos, dos dias que já se foram. Os animais estão
felizes e alegres, exceto por uma coisinha: Cada um deles sente saudades de
alguém muito especial, alguém que foi deixado para trás. Todos eles correm e
brincam juntos, mas chega um dia quando um deles para de repente e olha fixo
na distância. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo impaciente
começa a tremer levemente. De repente, ele se separa do grupo, voando por
sobre a grama verde, mais e mais rápido. Você foi visto e quando você e seu
amigo especial finalmente se encontrarem ficarão unidos num reencontro de
alegria, para nunca mais se separar. Os beijos de felicidade vão chover na
sua face; suas mãos vão novamente acariciar tão amada cabecinha, e você vai
olhar mais uma vez dentro daqueles olhos cheios de confiança, que há muito
tempo haviam partido da sua vida, mas que nunca haviam se ausentado do seu
coração. Então vocês, juntos, cruzarão a Ponte do Arco-Íris.
5. O HOMEM E O CACHORRO Um
certo homem ouviu dizer que óleo de
fígado de bacalhau era bom para saúde do seu cachorro. Então
resolveu dar o óleo todos os dias para o animal. Prendia
o pobre cachorro entre as pernas e enfiava o óleo goela abaixo. O
animal rebelava-se e debatia-se furiosamente. Todos
os dias a mesma coisa. Um
dia, o cachorro soltou-se e, para espanto do homem, o animal veio e lambeu a
colher de óleo! Foi
aí que o homem entendeu: O
cachorro não lutava contra o óleo, mas sim contra o método usado pelo homem
para lhe dar o óleo. Muitas
vezes o problema não é o que fazemos, mas como fazemos. Antes
de fazer, Pense em como fazer!
6. A LENDA DO MONGE E DO ESCORPIÃO Um
Monge e seus discípulos iam por uma estrada. Quando
passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O
Monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando
o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair
novamente no rio. Foi
então à margem do rio, tomou um ramo de árvore, correu adiantando-se à
correnteza, entrou, recolheu o escorpião e o salvou. Ao
voltar, o Monge juntou-se aos discípulos na estrada. Eles
haviam assistido à cena e o receberam perplexos e sem entender nada. Então
perguntaram: -
Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e
venenoso? -
Que se afogasse! Seria um a menos! -
Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! -
Não merecia sua compaixão! O
monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: -
Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha. Não
podemos e nem temos o direito de mudar o outro. Apenas
podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, pois é certo que cada um
dá o que tem e o que pode.
A
águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70
anos. Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e
difícil decisão. Aos
40 anos ela está com: - As
unhas tão compridas e flexíveis, que não conseguem mais agarrar as presas das
quais se alimenta. - O
bico alongado e pontiagudo em curva. - As
asas apontando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura
das penas. Voar é muito difícil! Então,
a águia só tem duas alternativas: Morrer... Esse
processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um
ninho próximo a um paredão. Após
encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até
arrancá-lo. Após
arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai arrancar suas unhas. Quando
as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. Após
cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30
anos. Assim é nossa vida. Muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Devemos
nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram
dor. Somente
livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma
auto-renovação sempre traz. Afinal
tudo é uma questão de Atitude!
Diante
de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes a venda. -
Entre trinta e cinqüenta, respondeu o dono da loja. O
menino puxou uns trocados do bolso e disse: - Eu
só tenho cinco, mas eu posso ver os filhotes? O
dono da loja sorriu e chamou Duquesa, que veio correndo, seguida de cinco
bolinhas de pelo. Um
dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente
o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: - O
que é que há com ele? O
dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que o
filhote tinha um problema na junta do quadril. Mancaria para sempre e andaria
devagar. O
menino se animou e disse: -
Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! O
dono da loja respondeu: -
Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com
ele, eu lhe dou de presente. O
menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, disse: - Eu
não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto
qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou cinco
agora e três por mês, até completar o preço total. O
dono da loja contestou: -
Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você. Ai,
o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua
perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: -
Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que
entenda isso! Devemos
amar as pessoas, não pelo que podem fazer, mas pelo que são!
Havia
um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando
lenha e só parava tarde da noite. Esse
lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses, e uma raposa, sua amiga, tratada
como bicho de estimação, era de sua total confiança. Todos
os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Ao
retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os
vizinhos desse lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal
selvagem, e portanto não era confiável. Quando ela
sentisse fome comeria a criança. O
lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, argumentava que isso era uma
bobagem. A raposa era amiga e jamais faria isso. Os
vizinhos insistiam: -
Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. -
Quanto sentir fome, comerá seu filho! - repetia outro. Um
dia, o lenhador exausto do trabalho, e cansado desses comentários, resolveu
voltar mais cedo, e ao chegar em casa viu a raposa
sorrindo como sempre, e sua boca, suja de sangüe... Ele
suou frio, e sem pensar duas vezes meteu o machado na cabeça da raposa. Ao
entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço, dormindo
tranqüilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta. O
lenhador, desesperado, enterrou o machado e a raposa juntos. Se
você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, nunca
se deixe influenciar.
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